Informativo Enermerco 2305
30/06/2023
Apagão atinge vários estados e deixa brasileiros sem energia
15/08/2023
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Informativo Enermerco 2306

O Informativo Enermerco (edição de junho) é um compilado das informações mais relevantes do mercado de energia do período, exclusivamente elaborado para o seu acompanhamento mensal.


Mercado de Energia x Tendência do PLD

O mês de julho chegou e com ele vários eventos climáticos já esperados para o período. Observamos um forte bloqueio na área central do Brasil, fazendo com que, as frentes frias e chuvas não consigam chegar com tanta protuberância na região central do País. Em contrapartida na área litorânea da região Nordeste, fora observado grandes volumes de chuva, desde a região litorânea de Alagoas seguindo pelos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, com volumes acumulados de mais de 300mm em várias regiões costeiras, porém, nas regiões em que nos aproximamos do interior nordestino pouca chuva sendo registrada. A região Norte do País registrou chuvas apenas na faixa que corresponde ao norte dos estados do Pará, Amazonas, Amapá e Roraima com volumes medidos de 100mm a 200mm de média nessas regiões, com destaque para a capital Boa Vista, onde os volumes ultrapassaram a casa dos 400mm de precipitação. No Centro-Oeste registram-se poucas ocorrências de chuva, isso porque acontece um grande bloqueio atmosférico que se encontra estacionado na região. Esse padrão se dará pelos próximos meses, já considerando a atuação e influência do El Niño. Seguindo para a região Sudeste vemos padrões de chuva bem diferenciados da região litorânea se comparado ao interior da região. A Chuva de maior volume no Sudeste ficou concentrada na divisa com o estado do Paraná, litoral paulista, carioca seguindo pelo litoral capixaba até a Bahia. Os volumes médios registrados ficaram na média dos 70mm a 120mm de precipitação. Não podemos esquecer de ressaltar as baixas temperaturas registradas na região no mês corrente, onde os termômetros registraram temperaturas próximas a 0° nas áreas mais altas do Sudeste brasileiro. Na região Sul a passagem de um ciclone extratropical trouxe muitos estragos e danos para a região, onde podemos destacar o estado do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A queda de temperatura e os fortes ventos foram alguns dos eventos observados, onde as rajadas ultrapassaram a casa dos 100 km/h nos estados Gaúcho e Catarinense.  O ciclone veio acompanhado de uma frente fria que além da região Sul, seu avanço foi denotado nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Em geral a região registrou altos volumes de chuva por toda sua extensão onde as médias ultrapassam a casa dos 200mm podendo a chegar a 300mm em algumas localidades. Apenas o norte do estado do Paraná teve registros abaixo das médias esperadas para o mês de julho.

Atualmente o armazenamento dos reservatórios do Sistema Interligado Nacional apresentam um cenário muito positivo.  Mesmo com o fim do período úmido, e já sendo vivenciado o período seco, a previsão é de que a manutenção dos níveis dos reservatórios continue em estabilidade. As previsões indicam pouca oscilação dos níveis, confirmando o ótimo momento hidrológico do país. No presente o subsistema Norte opera com 93,47% de sua carga, o Nordeste com 80,36%, Sudeste/Centro-oeste com 84,88% e o Sul com 94,07% de seu nível de reservatório. Além desse bom momento hidrológico, o País vive um ótimo momento na geração eólica e fotovoltaica, evidenciando recordes de geração tanto no eólico, bem como no solar.

Assim, o valor médio mensal do PLD de junho, ficou assim estabelecido:

SE/COSNEN
PLD Médio Mensal69,0469,0469,0469,04

A bandeira se mantém VERDE em julho. Falando um pouco sobre o El niño, podemos afirmar que, pela sua intensidade de formação, uma dúvida está sendo findada por vários estudiosos, a qual seja, teremos um super El ninõ? Já é sabido que, a Administração Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), já declarou que as condições para a formação do fenômeno estão oficialmente confirmadas. Esse fenômeno pode impactar no Brasil de uma forma bem agressiva, causando secas nas regiões Norte e Nordeste, temperaturas mais altas no Sudeste e Centro-Oeste e chuvas excessivas na região Sul do país. Essas previsões aos poucos vêm ganhando solidez, porém, é preciso o monitoramento para a efetivação das mesmas. Outro dado importante que deve ser comentado é que, o mês de julho de 2023 destacou-se como um dos mais quentes já registrados na história do Planeta, fica aqui o alerta para este dado.

Pierro Campestrini – Diretor da Enermerco

 

Geração e Consumo

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, divulgou no final de setembro, novos comparativos de geração e consumo no SIN – Sistema Interligado Nacional.

O Sistema Interligado Nacional é o sistema de produção e transmissão de energia elétrica do Brasil, sendo um sistema hidro-termo-eólico de grande porte, com predominância de usinas hidrelétricas e com diversos proprietários. O Sistema Interligado Nacional é constituído por quatro subsistemas: Sul, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e a maior parte da região Norte.

Em comparação ao mesmo período de 2022, temos decréscimos no consumo e na geração (-2,4% e -1,7%, respectivamente):

 

Geração por Fonte de Energia

As fontes de geração, acima demonstradas, mostram parte do panorama da produção nacional. Em relação à comparação da geração com o mesmo período do ano anterior, constata-se um declínio na geração da energia hidráulica (-7,3%). A geração térmica subiu 10,6 % e a eólica um pouco mais de 1%.

 

ENA, MLT e Nível dos Reservatórios

No mapa de Energia Natural Afluente do SIN, observamos os percentis da ENA em todos os Submercados. Trata-se de mais um parâmetro de operação do SIN – Sistema Interligado Nacional, que o ONS – Operador Nacional do Sistema, monitora para gerenciar a geração de energia elétrica do país.

Nos gráficos a seguir, temos a ENA acumulada do mês anterior, em cada submercado:

Fator de Ajuste de MRE

O Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) é um mecanismo financeiro que visa o compartilhamento dos riscos hidrológicos que afetam os agentes de geração, buscando garantir a otimização dos recursos hidrelétricos do Sistema Interligado Nacional (SIN). Para verificar a quantidade de energia produzida em relação à garantia física das usinas pertencentes ao MRE, foi criado o Fator de Ajuste da Garantia Física, ou Generation Scaling Factor – GSF. Ele mede a geração hidráulica em relação à garantia física, cujo cálculo é feito mensalmente pela CCEE.

Em junho, atingiu-se uma geração de 80,6% em relação às Garantias Físicas para o ano de 2023:

 

Encargos de Sistema (ESS, ESE, CDE)

Os custos decorrentes da manutenção da confiabilidade e da estabilidade do sistema no atendimento à demanda por energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) são denominados Encargos de Serviço do Sistema (ESS). Estes valores são pagos por todos agentes com medição de consumo registrada na CCEE, na proporção de seu consumo. Os ESS são expressos em R$/MWh.

No mês de junho/2023, somando os Encargos de Serviço do Sistema, dentre as Restrições Operativas e as de Segurança Energética, obteve-se um total de R$ 0 milhões. Acompanhe como este resultado se solidificou:

 

Previsão Climatológica Trimestral

Neste trimestre, as chuvas diminuem em grande parte da Região Norte. Nas cidades de Manaus-AM e Belém-PA, a média climatológica é igual a 229 mm e 424 mm, respectivamente. Na Região Nordeste, ainda chove entre o leste do Rio Grande do Norte e a Bahia, devido principalmente ao efeito de brisa e à ocorrência de Distúrbios Ondulatórios de Leste (DOL). Neste trimestre, praticamente não chove em grande parte do Piauí e no oeste da Bahia. No Centro-Oeste, a redução climatológica das chuvas implica no aumento do número de focos de calor e baixos valores de umidade relativa do ar. No Sudeste, as chuvas são bastante escassas, com baixos valores de umidade relativa do ar no oeste de São Paulo e Minas Gerais. Na Região Sul, as chuvas decorrem principalmente da rápida passagem dos sistemas frontais, variando entre 300 mm e 500 mm no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A entrada de massas de ar frio aumenta neste trimestre, causando declínio de temperatura principalmente nas Regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil e no sul da Região Norte, onde se verifica o fenômeno de friagem. As temperaturas mínimas podem atingir valores abaixo de 0ºC em áreas serranas das Regiões Sul e Sudeste, com ocorrência de nevoeiros, geadas e, em alguns episódios extremos, precipitação de neve. As climatologias de precipitação e temperaturas máxima e mínima, no Brasil, são mostradas a seguir:

Agência discutiu o futuro do setor elétrico brasileiro no ENASE

O diretor-geral da ANEEL Sandoval Feitosa fez parte do primeiro dia do evento, que está sendo sediado no Rio de Janeiro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), representada pelo diretor-geral Sandoval Feitosa e pela diretora Agnes da Costa, participou na quarta-feira 21/6, da 20ª edição do Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (ENASE). Promovido pelo Canal Energia, o evento acontece no Rio de Janeiro, durante os dias 21 e 22 de junho, com o objetivo de debater o tema “Construindo caminhos para o futuro do setor elétrico brasileiro”.

O diretor-geral da Agência integrou o primeiro painel do evento cujo tema promoveu discussões em torno de uma visão ampla do setor elétrico, e como promover a Transição Energética no país. Também participaram deste painel a presidente interina da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Ângela Livino, o presidente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Alexandre Ramos, e Luiz Carlos Ciocchi, diretor-geral do Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS). O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, também participou da abertura do evento por meio de vídeo.

Na ocasião, Sandoval Feitosa falou sobre as exigências da transição energética e destacou a importância de se conhecer os consumidores de energia. “A transição energética é muito setorial, e ela deve considerar diversos aspectos, não apenas do setor elétrico, mas da dinâmica da nossa economia. A transição não é um fim em si mesmo, mas ela tem de ser justa tanto para as empresas quanto para os consumidores”, destacou o diretor-geral da ANEEL.

Feitosa também falou sobre a pobreza energética, e destacou que hoje, no Brasil, 16 milhões de unidades consumidores são beneficiadas pela tarifa social de baixa renda. Mas que o subsídio, apesar de ser o mais justo, poderia estar alocado no orçamento público, e não na tarifa de energia elétrica. “O setor elétrico é tão abundante que ele fomenta outras áreas da nossa economia. Mas na minha humilde opinião, nós não deveríamos fazer isso. Porque nós estamos sempre discutindo a reindustrialização do país e em determinadas indústrias, 30% a 40% de custo é de energia elétrica, e uma tarifa cada vez mais pesada, com subsídios, ela retira a eficiência da nossa economia.” O diretor-geral também destacou no evento que “a Agência é uma grande aliada do Congresso Nacional na construção de políticas públicas para um setor elétrico brasileiro cada vez melhor. As decisões que tomamos repercutem nesta e nas próximas gerações”, finalizou Feitosa.

No segundo e último dia de evento, a diretora da ANEEL, Agnes da Costa, vai ser a moderadora de um painel que vai discutir “Renovação das Concessões – Expectativas do setor – As oportunidades no processo de renovação”. Vão participar do debate o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE), Marcos Madureira, o diretor de Assuntos Econômicos da Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (ABRATE), Tiago Aragão Soares, o Assessor da Presidência da Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica (ABRAGE), Stefano Michelstadter Jr, e Cláudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil.

Primeiro semestre de 2023 tem crescimento de 5,1 GW na matriz elétrica brasileira

Fontes renováveis respondem por 83,64% dos 193,9 GW em operação no país

O Brasil concluiu o primeiro semestre de 2023 com um acréscimo de 5,1 gigawatts (GW) na capacidade instalada de geração de energia elétrica. Esse crescimento da matriz, calculado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), compõe os 193,9 GW disponíveis para operação comercial no país, contabilizados até a segunda-feira, 3 de julho. Os 5,1 GW alcançados em seis meses também constituem 49,97% da meta de crescimento estabelecida pela ANEEL para 2023, de 10,3 GW.

Das 160 usinas que entraram em operação comercial de janeiro a junho, 67 são de fonte eólica, reunindo 2,3 GW (44,53% do total de 5,1 GW); 59 são solares fotovoltaicas, com 2,2 GW (42,76%); 23 são termelétricas, com 521,4 MW (10,13%); oito são pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), com 121,5 MW (2,36%); e três são centrais geradoras hidrelétricas, com 11,4 MW (0,22%).

Somente em junho, foram acrescidos à matriz elétrica brasileira 538,1 MW, sendo 239,4 MW instalados apenas no Rio Grande do Norte. Em relação ao primeiro semestre de 2023, 18 estados das cinco regiões do país ganharam novas usinas. Os destaques, em ordem decrescente, são a Bahia, com 1.589,5 MW; Minas Gerais, com 1.276,2 MW; o Rio Grande do Norte, com 978,4 MW; e o Piauí, com 375,4 MW.

Capacidade instalada

As fontes renováveis respondem por 83,64% dos 193,9 GW em operação no país, de acordo com dados do Sistema de Informações de Geração da ANEEL, o SIGA, atualizado diariamente com dados de usinas em operação e de empreendimentos outorgados em fase de construção. Desse total em operação, ainda de acordo com o SIGA, 83,55% da matriz elétrica do país é considerada renovável.

A ANEEL atualiza diariamente os dados de geração do país por meio do Sistema de Informações de Geração da ANEEL, o SIGA. Ele apresenta dados de usinas em operação e de empreendimentos outorgados em fase de construção.

Outras informações sobre o acompanhamento da expansão da oferta de geração estão disponíveis em painéis interativos em www.aneel.gov.br/acompanhamento-da-expansao-da-oferta-de-geracao-de-energia-eletrica. Esses painéis, atualizados mensalmente, mostram a previsão para a entrada de novas unidades geradoras para os próximos anos. Eles trazem ainda um histórico da expansão da geração desde a criação da ANEEL (1997). Além dos painéis, também está disponível a base de dados com informações de previsão e acompanhamento de obras dos empreendimentos outorgados para construção.

Inverno 2023 x conta de luz

A chegada da estação mais fria do ano está associada a um aumento significativo no consumo de energia elétrica. É nessa época do ano que muitos brasileiros se deparam com contas de luz mais elevadas e, como consequência, buscam maneiras de reduzir esse gasto extra.

Em algumas regiões do Brasil, as temperaturas podem atingir níveis bastante baixos, exigindo um consumo maior de energia para aquecer ambientes e suprir as necessidades diárias. Esse contexto se torna um desafio para os consumidores, que buscam alternativas sustentáveis para economizar na conta de luz.

Por que a conta de energia aumenta no inverno?

É comum que as pessoas se perguntem por que as contas de energia aumentam no inverno, mesmo quando estão fazendo esforços para economizar.

Há quem pense que o aumento acontece por conta de algum reajuste tarifário típico da época, mas, na verdade, outras variáveis estão envolvidas nessa questão. Vamos entender melhor?

À medida que as temperaturas caem, buscamos conforto e aquecimento dentro de nossas casas. Chuveiros, aquecedores elétricos e outros dispositivos similares consomem energia para gerar calor, levando a um aumento significativo no consumo energético.

Com dias mais nublados, também utilizamos mais iluminação artificial durante períodos mais longos. Isso inclui lâmpadas, luminárias e outros dispositivos, que consomem energia elétrica adicional.

Além disso, muitas pessoas preferem ficar em casa em vez de sair para fazer atividades ao ar livre em dias nublados. Esse comportamento resulta em um aumento no uso de aparelhos eletrônicos, como televisões, videogames, computadores e outros, contribuindo para uma conta de luz mais cara.

Um estudo da Gaslog, fornecedora de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), aponta que o aumento pode chegar a até 80% na conta de gás e 30% na conta de energia durante o inverno. As variações podem mudar de acordo com a região e o tipo de sistema de aquecimento utilizado, mas é um dado estatístico que nos dá uma ideia da magnitude desse aumento.

Eletronuclear retoma obras da usina nuclear Angra 3

Contratação do “epecista”, para conclusão das obras, deve ficar para 2024

A Eletronuclear está retomando as obras de construção da usina Angra 3 (1.405 MW), em Angra dos Reis (RJ), afirmou o presidente da companhia, Eduardo Grand Court.

“O pessoal já começou a trabalhar – conseguimos uma liminar para suspender o embargo imposto pela prefeitura e estamos no início de uma retomada, trabalhando com a empresa Ferreira Guedes, que ganhou a licitação”, afirmou Grand Court à Agência Brasil.

Ele se refere às obras do Plano de Aceleração do Caminho Crítico de Angra 3 – conjunto de obras de engenharia que antecedem a contratação de uma “epecista” para concluir a usina.

Segundo Grand Court, a contratação deve ocorrer em 2024. Caberá à empresa, ou consórcio, finalizar as obras civis e a montagem eletromecânica da usina, o que ocorrerá por meio de contrato de EPC (sigla em inglês para engenharia, gestão de compras e construção).

Parte inferior do formulário

A contratação ainda depende da modelagem que está sendo feita pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e que determinará os investimentos necessários e a melhor forma de retomar o empreendimento como um todo.

O estudo terá de ser submetido, em seguida, ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e ao Tribunal de Contas da União (TCU).

“Uma vez isso concluído, é publicado um edital, uma licitação internacional, para que as empresas deem seus lances. Aquela que for vencedora é que vai retomar de forma plena o empreendimento”, explicou Grand Courtm.

Custo é estimado em mais de R$ 20 bilhões

O MME estima que a conclusão de Angra 3 demandará mais R$ 20 bilhões. Esse valor se soma aos cerca de R$ 7,8 bilhões já aportados no empreendimento.

O custo estimado para abandonar completamente as obras, por sua vez, é de R$ 13,6 bilhões. A usina está prevista para entrar em operação até 2029.

Angra 3 será a maior usina nuclear do país. O projeto está em construção desde a década de 1980. As obras foram interrompidas pela última vez em 2015, na esteira dos casos de corrupção deflagrados pela Operação Lava Jato. Ao todo, 65% do projeto está concluído.

Fontes: AGENCIA SENADO – ANEEL – ABRAPCH – CANAL NEGÓCIOS – CANAL ENERGIA –  CNN – ESTADÃO – EXAME – FOLHA – GAZETA DO POVO – OCESC – INFOCLIMA – ONS – MME – NSC TOTAL – PORTAL G1 – PORTAL GLOBO.COM – REVISTA VEJA – VALOR ECONÔMICO

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